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sábado, 23 de setembro de 2017

Bandidos Que Estão Em Guerra Na Rocinha Saíram Da Cadeia Com Autorização Da Justiça

 
arte dos bandidos que estão em guerra hoje na Rocinha foram libertados da cadeia com autorização de Justiça. Na lista está a mulher de Antonio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, o chefe do tráfico na favela, e oito criminosos de sua quadrilha. Um deles é Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157, acusado de ser um dos responsáveis pela guerra hoje na Rocinha.
Danúbia Rangel, mulher de Nem, foi solta pelo desembargado Siro Darlan em março do ano passado. Na semana seguinte, ela foi julgada e condenada a 28 anos de prisão por tráfico de drogas, associação com o tráfico e corrupção. Passou, então, a ser foragida e nunca mais foi presa.anúbia entrou com pedido de prisão domiciliar. O objetivo era que ela deixasse de ser foragida e passasse a cumprir a pena em casa.
Três desembargadores da 7ª Câmara Criminal avaliaram o caso. Dois foram contrários. Apenas Siro Darlan votou a favor da prisão domiciliar.
Siro Darlan já havia sido responsável pela libertação de oito traficantes da quadrilha de Nem envolvidos na invasão em 2010 do Hotel Intercontinental, em São Conrado. Um deles era Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157, que agora tenta assumir o comando do tráfico de drogas na Rocinha.
Esta semana, o porta-voz da Polícia Militar, Major Ivan Blaz, criticou a Justiça por libertar bandidos perigosos.
“A Polícia Militar já fez a sua parte aqui na Rocinha contra as quadrilhas que estão se digladiando em 2010. A Polícia Militar prendeu os dois protagonistas dessa ação na invasão ao Hotel Intercontinental. Infelizmente, eles foram colocados em liberdade por entenderam que eles não eram um perigo para a sociedade. Os resultados estamos observando hoje”, afirmou o Major Ivan Blaz.
O repórter Eduardo Tchao tentou falar com o desembargador Siro Darlan, e foi até o Tribunal de Justiça. Mas ele não quis receber a equipe de reportagem.

Em nota, Siro Darlan afirmou que o habeas corpus para Rogério 157 foi concedido também por outros dois magistrados, com base na lei, por causa da demora no julgamento. O atraso teria sido provocado pelas sucessivas ausências de PMs, testemunhas do caso, durante as audiências.
A nota não menciona a decisão de conceder habeas corpus aos outros invasores do Hotel Intercontinental e nem o aval para uma possível prisão domiciliar de Danúbia Rangel.
O Ministério Público do Estado criticou as decisões. “Esses elementos que você está colocando são pessoas que têm várias anotações criminais. Então realmente nos causa espécie que essas pessoas sejam colocadas em liberdade com argumentos jurídicos, mas em uma situação que deixa a sociedade toda com mais medo da violência que hoje nos tem a todos reféns.”, afirma a promotora de Justiça Somaine Patrícia Lisboa.
fonte:https://www.noticiasbrasilonline.com.br

sábado, 16 de setembro de 2017

Morre aos 65 anos o jornalista Marcelo Rezende Apresentador do ‘Cidade Alerta’, da Record, revelou em maio ter sido diagnosticado com agressivo câncer no pâncreas e abriu mão do tratamento convencional

   Jornalista Marcelo Rezende
Jornalista Marcelo Rezende
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Morreu nesta tarde de sábado o jornalista Marcelo Rezende, aos 65 anos. Rezende lutava contra um câncer no pâncreas e no fígado, que revelou em entrevista na TV, em maio deste ano. Religioso, diante da agressividade do tumor, o jornalista abriu mão do tratamento convencional e participou de retiros espirituais.Nascido em novembro de 1951 no Rio de Janeiro, Marcelo Rezende tinha mais de quarenta anos de carreira. Trabalhou na Globo, onde realizou reportagens investigativas e apresentou, entre outros programas, o Linha Direta, que exibia a reconstituição de grandes casos criminais, como o do maníaco Chico Picadinho. Na Record, comandava o policialesco Cidade Alerta desde 2012. Antes, esteve à frente do quadro A Grande Reportagem, do Domingo Espetacular.
Jornalista Marcelo Rezende
Marcelo Rezende, quando apresentador do programa ‘Linha Direta’ da Globo em 1999 (João Wainer/Folhapress)

Jornalista Marcelo Rezende
Jornalista Marcelo Rezende no comando do Cidade Alerta da Rede Record em 2004 (Divulgação/Rede Record)

No Cidade Alerta, cunhou o bordão “Corta pra mim”, do qual se orgulhava. A frase dá nome ao seu perfil oficial no Facebook e ao livro que lançou no início de 2016.
O livro, publicado pela editora Planeta, reunia relatos sobre as suas reportagens investigativas, como aquela sobre a máfia do futebol.
Na reta final, Marcelo Rezende contou com o apoio de familiares e amigos, como o colega da Record Geraldo Luís, que chegou a socorrê-lo em casa, no início de maio. A filha Patrícia, que mora fora do país, voltou ao Brasil para acompanhá-lo — e se despedir.
Teve também o apoio constante da namorada, Luciana Lacerda, que chegou a fazer uma tatuagem em homenagem a ele. Nos últimos momentos, Luciana fez posts dramáticos no Instagram, em que pedia a Deus que cuidasse de quem ela não podia cuidar, e que segurasse nas mãos dela e de Marcelo Rezende.

Santander deve perder todas as contas da 2ª maior igreja evangélica do Brasil O preço que o banco vai pagar pelo espetáculo de erotização infantil e blasfêmia está ficando cada vez mais caro

   Igreja Batista
Igreja Batista do Bacacheri, em Curitiba, não foi a única a reagir contra a agressão do Santander à fé cristã. O banco está prestes a perder as contas de todas as igrejas batistas do país. Esse é o recado dado pela Ordem dos Pastores Batistas do Brasil (OPBB), que se reuniram na última segunda feira (13) para tratar do assunto.
O Blog da Vida teve acesso ao documento no qual o Conselho da OPBB declara seu repúdio à exposição e informa que, caso o banco mantenha esse tipo de postura, a Ordem incentivará a “desistência de contas, parcerias ou consumo” por parte de todas as “instituições, igrejas e membros” ligadas à OPBB. Os pastores avisam também que a mesma recomendação será feita a “todas as instituições associadas e cooperantes”.
Cerca de 30% dos brasileiros declara-se evangélico. Segundo dados da pesquisa Datafolha sobre o assunto, divulgada em dezembro de 2016, a Igreja Batista é a segunda maior denominação evangélica do país. Reconhecem-se como batistas 11% de todos os evangélicos do Brasil. Desses, 28% ganham mais do que 10 salários mínimos.
Seria um rombo e tanto, não?

Leia a íntegra da carta
Caso Sant
Igreja Batista
***
Fonte:www.semprefamilia.com.b

VEJA O VÍDEO INACEITÁVEL: BISPA Ingrid Duque cobra R$ 100 para fiel TOCAR NO SEU PÉ E SER CURADO

  
Trata-se da bispa Ingrid Duque, mulher do Apóstolo(?) Agenor Duque, da Igreja Plenitude do Trono de Deus. Tudo começou porque ela pediu para que fizessem oferendas e colocassem ao lado de seus pés. E, em seguida, poderiam tocá-los. Ao tocarem alguns afirmaram que se curaram de enxaquecas, diarreias e até impotência sexual. Viralizou.
Os pés da bispa, ou seja, da mulher do Apóstolo, são, de certa forma, pouco comuns. Um tanto inchados por assim dizer. Mas ela garante que não é problema de renal, coisas como retenção de líquidos, calor ou mesmo gordura localizada: é excesso de graça mesmo. Tocou, a graça flui – afirma.
fonte: https://www.jornaldopais.com.br

A JUMENTA "PROFETA" E O PROFETA "JUMENTO"


“Então o Senhor abriu a boca da jumenta, a qual disse a Balaão: Que te fiz eu, que me espancaste estas três vezes?” Nm 22:28

Há momentos na vida que ficamos confusos com certas situações inusitadas. E quando somos tomados de surpresa, chegamos a fazer caras e bocas, sem falar nas expressões como: 'Não me diga! Como? Misericórdia! Inacreditável!' Vira e mexe nos deparamos com fatos que só cremos porque vimos ou alguém de nossa confiança  contou o que aconteceu.
No meio eclesiástico, acontecem, quase que diariamente, coisas sérias e, simultaneamente, espirituosas. Casos de “revelações”, “profecias” e “sonhos” que alguém, supostamente, recebeu de Deus. E aí começa o problema...a pessoa dorme de barriga cheia e tende a espiritualizar tudo na vida. Procura seu pastor para que “interprete” aquilo que não passa de pesadelo ou preocupações, e, não se dando por satisfeita com a orientação pastoral, “contrata” um “profeta” para que dê a interpretação de suas elucubrações metafísicas.
O resultado, nós já sabemos: meninices e distorções bíblicas, gerando uma confusão na mente de quem “sonha” e de toda comunidade da qual aquela pessoa faça parte. É aí que origina-se jargões como “vassoura de fogo”, “sapato de fogo”, “língua de aço”, “canela de fogo” etc. E para complicar ainda mais a situação, nascem as seitas e heresias, por causa da falta de conhecimento bíblico. O povo já não lê a Bíblia, e quando encontra alguém que a “interprete” a seu bel prazer, que produza “comichão em seus ouvidos”, pronto! Dar-se por satisfeito e enche a mente de supostas orientações espirituais.
Mas, como “não há nada novo debaixo do céu”, conforme escreveu Salomão, também encontramos histórias hilárias na Bíblia.
Longe de ser estórias infantis ou contos de carochinha, os fatos narrados no Cânon Sagrado estão carregados de lições práticas para lermos, observarmos e absorvermos. Quando não adotamos tal postura, vivenciamos as mesmas coisas e a vexação é inevitável.
Uma dessas histórias de deixar o queixo caído é a da mula de Balaão.
O RESUMO DA ÓPERA
“O profeta Balaão é chamado por Balaque, o rei de Moabe, para amaldiçoar os israelitas. São-lhe oferecidas muitas riquezas para fazer isso. Balaão pede orientação a Deus e Ele lhe diz que não amaldiçoe o povo. Mas Balaão é ganancioso, e tenta a qualquer custo amaldiçoar o povo. A caminho para encontrar-se com Balaque, a jumenta de Balaão vê um anjo, mas ele não. Finalmente, o Senhor “abre a boca” da jumenta. Ela e Balaão mantêm um diálogo sobre ira e crueldade aos animais. Balaão vê o erro de suas atitudes e promete dizer apenas o que o Senhor lhe disser que fale. Finalmente, Balaão pronuncia três bênçãos, não maldições, e então é dispensado por Balaque.”
Contratado por Balaque para amaldiçoar o povo de Israel, Balaão teve uma surpresa que, sinceramente, pergunto-me: quem é a mula? E a conclusão a que chego que o "burro" profeta transcende a irracionalidade da sua mula, o animal.
- BALAÃO, “O ADVINHO”
“Ao contrário da versão Vulgata, as versões Árabe antiga e Etiópica, assim como nossas versões, trazem que Balaão (בּלעם) era filho de Beor (בּעור – be‛ōr), que era de Petor (pē´thor – פּתור – Φαθουρα). A Vulgata diz “Balaão, proveniente de Bosor” como sendo o lugar de onde veio. “Bosor” e “Beor” são os mesmos nomes, com uma diferença apenas de uma letra, צ para ע. Possivelmente morava no oriente (Mesopotâmia), um residente da mesma área geral da qual vieram Abraão e os magos dos dias de Jesus. Esta era a região em que Labão vivia e à qual Jacó se dirigiu para obter um esposa (Gn 29.1-35).
   Balaão foi um adivinho, pagão, que vivia em Petor, cidade da Mesopotâmia (Nm 31.8), próxima ao rio (provavelmente Eufrates cf. Nm 22:5). Tinha o conhecimento de Deus, julgando que os próprios poderes dos adivinhos, profetas e poetas não denotavam fatores que lhe poderiam oferecer resistência. Balaão já havia conquistado Jericó e certas regiões dos moabitas.
- BALAQUE E BALAÃO - CONTRATANTE E CONTRATADO
“Balaão é uma das figuras mais curiosas da Bíblia. Tamanha era a sua fama que o rei Balaque de Moabe, ao enfrentar a chegada dos israelitas a caminho da terra prometida, mandou pedir ao vidente que lançasse uma maldição sobre os invasores para que os moabitas conseguissem derrotá-los.” http://unidosnosenhor.com.br
           Se procurarmos, cuidadosamente, descobriremos que em nossos dias não faltam “profetas de aluguel” espancando “as mulas”, para locupletarem-se e satisfazer o ego e a ganância dos “poderosos”.  Não é possível nos calarmos diante de tamanha aberração no meio do povo de Deus. A verdadeira palavra profética já nos foi legada nas páginas da Bíblia Sagrada. Obviamente, não estou dizendo que Deus não use pessoas para profetizar. Mas o padrão bíblico é o crivo por meio do qual devemos julgar as profecias e analisar os profetas.
O ofício de profeta encerrou em João Batista. “A lei e os profetas vigoraram até João; desde então é anunciado o evangelho do reino de Deus, e todo homem forceja por entrar nele” Lc 16:16. Entretanto, tanto o dom de profecia (1 Co 12), quanto o ministério de Profeta (Ef 4:11,12), estão em pleno vigor na dispensação da graça.
O cenário que desenvolve a história da mula falante e um profeta desobediente está registrado em Números capítulos 22, 23 e 24. Para melhor compreensão do ocorrido, é preciso ler a Palavra de Deus e tirar suas próprias conclusões do que acontece com aqueles que buscam glória para si e desprezam os conselhos de Deus.
“O rei Balaque, de Moabe, ao enfrentar os israelitas no caminho da terra prometida, já sabia que eram muito fortes e o Deus todo poderoso era com eles. Foi a partir daí que o rei Balaque mandou chamar Balaão, para que fizesse um feitiço e derrotasse os israelitas. Porém Balaão não quis ir. Todavia Balaque mandou que chamassem Balaão mais uma vez, e que dessa vez lhe oferecessem muito dinheiro. Desta forma Balaão foi, com aprovação do Senhor, contanto fizesse o que lhe seria pedido.”
Balaão cedeu à tentação e por esta causa Deus permitiu que ele fosse com a comitiva enviada por Balaque, rei dos moabitas. A vontade de Deus, entretanto, seria revelada mais tarde quando a mula do profeta falou.
Balão foi espremido contra o barranco, cerca de três vezes por sua mula; ela tentava se desviar do anjo do Senhor, o qual se opôs a Balão por causa de sua insistência em seguir os príncipes de Balaque, rei dos moabitas. Somente na terceira vez, após ter espancado o animal, Deus abriu a boca da mula; esta começou a falar, reclamando por ter sido espancada.
Durante tanto tempo servindo a Balaão e sendo sua propriedade, a mula concluiu ser injusto apanhar por se desviar do anjo que tinha uma espada em uma de suas mãos.
O resultado foi que Deus abriu os olhos do profeta para que visse o anjo. A mula já tinha visto e tentava proteger-se, bem como poupar seu dono, o "burro" Balaão. “E, vendo a jumenta o anjo do Senhor, deitou-se debaixo de Balaão; e a ira de Balaão acendeu-se, e espancou a jumenta com o bordão. Então o Senhor abriu a boca da jumenta, a qual disse a Balaão: Que te fiz eu, que me espancaste estas três vezes? E Balaão disse à jumenta: Por que zombaste de mim; quem dera tivesse eu uma espada na mão, porque agora te mataria. E a jumenta disse a Balaão: Porventura não sou a tua jumenta, em que cavalgaste desde o tempo em que me tornei tua até hoje? Acaso tem sido o meu costume fazer assim contigo? E ele respondeu: Não. Então o Senhor abriu os olhos a Balaão, e ele viu o anjo do Senhor, que estava no caminho e a sua espada desembainhada na mão; pelo que inclinou a cabeça, e prostrou-se sobre a sua face. Então o anjo do Senhor lhe disse: Por que já três vezes espancaste a tua jumenta? Eis que eu saí para ser teu adversário, porquanto o teu caminho é perverso diante de mim: Porém a jumenta me viu, e já três vezes se desviou de diante de mim; se ela não se desviasse de diante de mim, na verdade que eu agora te haveria matado, e a ela deixaria com vida” Nm 22:27-33.
A ganância de Balão o levou a "vender-se", amando o prêmio que se lhe havia oferecido por Balaque.
Depois de tanta relutância, Deus permitiu que ele fosse com os príncipes de Balaque. Entretanto, ele não amaldiçoaria Israel, mas o que Deus colocasse em sua boca era o que falaria.
O resultado dessa experiência de um "profeta mulo", foi abençoar três vezes o povo de Deus. Balaque reclamou, mas não teve jeito. O profeta redarguiu, afirmando que "não poderia amaldiçoar a quem Deus abençoara. E ainda afirmou que "contra Israel não vale adivinhação e nem encantamento".
Ao que tudo indica, “Balaão dispunha de acessibilidade a Deus muito acima da média e tinha o desejo básico de ouvir a voz de Deus. Apesar da recaída que ocasionou a experiência da jumenta que falou (Nm 22.22-31), quando ele aceitou o convite do segundo grupo de emissários e foi até Balaque.
Balaão buscava a Deus e sempre que possível era flexível às ordens de Deus. Porém, há uma profundidade de percepção na transmissão das verdades que Deus deu a Balaão, o que indica que ele não era novato nas coisas profundas do Espírito.”

       As credenciais de Balaão são mesmo impressionantes! Dificilmente alguém questionaria seu ofício profético, enquanto não examinasse, acuradamente, o outro lado da “medalha”.
           E aí, está ligado? Fique ligado pois não demoro. O fuso-horário bagunçou um pouco a cabeça, mas já, já estaremos "tinindo".  
           Daqui a pouco estou de volta...

Crescem os rumores sobre o “sinal no céu” do dia 23 de setembro Líderes cristãos divergem sobre o que realmente irá ocorrer

Há uma grande controvérsia em torno do que de fato ocorrerá no próximo 23 de setembro, uma data que alguns acreditam ser profética. Diferentes líderes cristãos têm divulgado sua interpretação sobre o tema, que vão desde a afirmação de que os céus apontarão para um “arrebatamento” até o temor que uma grande catástrofe se abata sobre a Terra.
No mês passado, o jornal The Washington Post entrevistou vários estudiosos do tema, uma vez que o eclipse recente também era apontado como “sinal do fim”. Gary Ray, da revista Unsealed, especializada em profecias, afirmou ao Post que é impossível ignorar que o alinhamento das estrelas, do Sol e da Lua na noite do 23 tem semelhanças com a profecia de Apocalipse 12.Geralmente visto como algo simbólico e não literal, o texto fala sobre uma mulher dando à luz enquanto está revestida pela luz do Sol e seus pés estão na Lua.
Pois a constelação de Virgem ficará justamente nessa posição dentro de duas semanas, com o planeta Júpiter saindo de dentro de sua “barriga” naqueles dias. Embora muitos cristãos confundam astrologia com astronomia, durante milhares de anos os povos do Oriente observavam o universo em busca de sinais.
Acredita-se que a estrela que conduziu os reis magos até Jesus tenha sido, na verdade, um raro fenômeno astronômico, que envolvia o alinhamento de planetas.Ray diz acreditar que as 12 estrelas mencionadas na profecia são, na verdade a constelação de Leão (que tem 9 estrelas) mais os planetas Vênus, Marte e Mercúrio, alinhados a ela. Para o estudioso, esse é um dos sinais de que o arrebatamento está muito próximo de acontecer.
Para ele, o eclipse do dia 21 de agosto também foi um sinal profético “nos céus” e que os cristãos deveriam estudar mais sobre o Antigo Testamento, que diversas vezes fala sobre as estrelas como uma maneira de Deus falar à humanidade.“Deus está nos avisando de que estamos prestes a ver uma nova fase no planeta”, insiste, afirmando que o eclipse de 2017 marcou o início da Grande Tribulação e o próximo, que ocorrerá em 2024 marcaria o final deste período de 7 anos, que muitos acreditam ser detalhado na Bíblia.
Se o testemunho de Ray, pouco conhecido no meio evangélico, parece alarmista, o que pensam outros estudiosos? O doutor Danny Faulkner, astrônomo que trabalha com o ministério Respostas em Gênesis, lembra que esse seria um evento muito raro, que ocorre apenas uma vez a cada 7.000 anos.
Por isso, Faulkner admite que embora possa parecer especulativo “esse período de tempo entre 2017 e 2024 faz muito sentido”. “Há muitas coisas que realmente apontam para isso”, completa.A sequência de furacões e os terremotos seguidos observados nas últimas semanas também vem sendo apontados como “sinais do fim”.  Para os que olham para Israel como o “relógio de Deus”, essas coisas ganham outra dimensão por ocorrerem no ano 5777 de calendário hebraico, onde 5 é considerado o número da graça e 7 o perfeito e o completo, ou seja, 777 seria três vezes completo.
De acordo com o Faith Wire, há uma série de vídeos circulando na internet e inclusive católicos têm debatido o assunto. Contudo, os críticos lembram que houve muita especulação sobre as “luas de sangue” que apareceram sobre Israel em datas específicas do calendário bíblico, mas nada de significativo aconteceu.

Gogue e Magogue

O líder do ministério “Cristãos Unidos por Israel”, pastor John Hagee, discorda, lembrando que logo após o aparecimento da “quarta lua do sangue, a Rússia passou a levar suas tropas e armamentos pesados para o Oriente Médio”. Por isso, ele acredita que tratava-se do prenúncio de uma guerra contra Israel.
“[Os russos] levaram suas forças militares para o Oriente Médio. O capítulo 38 do livro de Ezequiel afirma [aos judeus] que, quando o rei do norte saísse do norte, ‘Eu os trarei da terra do norte’. Então, estamos nos preparando para assistir ao começo da Guerra de Gogue e Magogue”.Em retrospectiva, o pastor Hagee acredita que “a Rússia não vai sair do Oriente Médio. Eles irão se juntar ao Irã para reunir um grande exército, que tentará fazer uma invasão do Estado de Israel por via terrestre”.

fonte>>>https://noticias.gospelprime.com.br

Apóstolo Agenor Duque recebendo o Deputado Flavinho, representante da Igreja Católica

 
O apostolo Agenor Duque, líder da Igreja Plenitude do Trono de Deus, fez críticas à Nossa Senhora quando comparou as imagens de santos com uma garrafa de Coca-Cola. A gravação, que circulou amplamente nas redes sociais, foi feita durante uma pregação sua.
Ao tentar fazer uma comparação entre fé e idolatria, ele acabou sendo vítima da ira de católicos contra ele. Poucos dias após a polêmica, em meados de agosto, o deputado federal e cantor, Flavinho (PSB/SP), que é da bancada católica no Congresso, anunciou que oficiaria o Ministério Público de São Paulo, acusando o pastor de infringir o artigo 208 do Código Penal Brasileiro, que prevê punição para quem vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso.Além disso, acusou Agenor de praticar racismo, pela comparação da cor da pele da imagem com o refrigerante. Se condenado, o apóstolo poderia pegar até um ano de prisão. Segundo o parlamentar, ele tem boas relações com evangélicos, mas que o líder da Plenitude era um “charlatão”.
A resposta do apóstolo foi dada em seu programa de TV e rádio. Dizendo que não iria se calar, lembrou que Deus abomina a idolatria e estava disposto a enfrentar o processo movido por Flavinho.
Contudo, a situação mudou radicalmente nesta sexta-feira (15). Em vídeo divulgado nas redes sociais, Duque aparece ao lado de Flavinho na sede da Plenitude. O líder evangélico pediu perdão aos “irmãos católicos”, reconheceu que errou ao criticar a fé católica e afirmou que crentes e católicos são irmãos e deveriam se unir nas causas comuns.O deputado disse que, em nome dos católicos, perdoava Agenor e também reforçou a necessidade de unidade de todos os cristãos do país. Eles se abraçaram, em um gesto que visava encerrar o episódio.
Nenhum dos dois comentou a ameaça de processo.


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